Marajó Livre!!! 16/06/2009
Posted by ctaeseducpa in Uncategorized.trackback
Alfredo personagem da Dalcídio Jurandir tinha uma bolinha ou seria um caroço de tucumã? A bolinha o levava do insondável e imenso mundo dos meninos para onde quisesse levar. (p. 251 de Chove nos Campos de Cachoeira) .
Dalcídio partiu e Alfredo ficou escondido em um livro guardado em uma bela biblioteca em algum lugar na Amazônia.
O carocinho ninguém sabia onde ficou escondida até o menino lobo chegar a Salvaterra. Em uma noite de luar viu aquele belo caroço de tucumã brilhando como se fosse uma estrela.
O menino lobo, agora, vive no Marajó sempre pressionando o caroço de tucumã. Cada vez que o pressiona realiza um sonho. Cada pedido feito logo se torna realidade, ao contrário do descrito na obra de Dalcídio Jurandir.
Ele sonhou com um Marajó Livre, pressionou o carocinho e ele o trouxe uma bela turma formada de meninos(as) e professores(as).
O menino lobo, então, descobriu que a receptividade dos alunos é de encantar qualquer um. São doze 12 alunos, todos da zona rural, que jamais tiveram acesso a computadores e a internet.
Nos turnos da manhã e noite (a equipe do NTE-SEDUC) trabalha com os professores e no turno da tarde com os alunos (argonautas e oficineiros do Programa Portas Abertas), que aprendem a utilizar o Gnu-Linux.
A Coordenação da CTAE parabeniza a professora Bertolina Silva, Tony Cunha e Menino Lobo pelo esforço em levar a inclusão digital para a região que possui o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado do Pará.
Imagem: http://farm3.static.flickr.com
Fotos: livres
Texto: Bdp
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Grande Cavalcante,
Estamos felizes por, finalmente, estarmos sendo libertos para o uso de uma tecnologia onde o elemento mercadológico, altamente selecionador, fica em segundo plano. Que esta herança deixada por vocês possa nos ajudar a libertar o Marajó e faze-lo viajar como Alfredo, no minusculo caroço de tucumã. E viva Dalcidio no seu centenário.
Viva a inclusão digital.
Viva o Marajó!!!!!!!!
Luis
Oi “Menino lobo”, o caroço de tucumã, não brilha tanto quanto a sua estrela. Continue, assim, a caminhada as vezes parece interminável. Mas, quando fazemos trilhas… abrimos caminhos para outros passarem, a caminhada termina sempre com um final feliz. Siga seu caminho… Muita paz!.